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O ataque cardíaco (infarto) é a insuficiência de sangue oxigenado na área do coração devido a obstrução de uma veia coronária. Por conta do sangue não conseguir fluir na região, o músculo entra em um processo de necrose, o que pode levar o paciente à morte.

Um infarto ocorre quando uma ou mais de suas artérias ficam bloqueadas. Por conta de um acúmulo de várias substâncias, incluindo o colesterol, a artéria pode estreitar, gerando uma doença chamada Doença Arterial Coronariana, principal causa da maioria dos infartos já diagnosticados.

Durante um episódio de infarto, uma dessas placas de substâncias pode romper e derramá-las na corrente sanguínea, formando um coágulo de sangue no local do rompimento, impedindo com que o fluxo de sangue chegue em quantidade suficiente ao músculo cardíaco.

Vamos conferir os principais fatores de risco do infarto?

Idade

A maioria das pessoas que morrem devido a um caso de infarto possuem 65 anos ou mais. Em idades mais avançadas, as mulheres são mais propícias do que os homens a morrerem em algumas semanas após o episódio.

Sexo masculino

Os homens possuem mais riscos de infartar quando comparados às mulheres, além de poderem experimentar a condição em idade mais cedo.

Menopausa

Por conta da perda da proteção vascular proporcionada pelos hormônios femininos, mulheres na menopausa tem um risco maior de desenvolverem um infarto do que as que ainda não estão nessa fase.

Hereditariedade

Filhos de pais cardíacos possuem mais chances de também desenvolverem doenças cardíacas.

Além disso, pessoas negras possuem pressão arterial mais elevada do que as caucasianas, aumentando, assim, o risco de doença cardíaca.

Histórico de pré-eclâmpsia

Essa condição provoca o aumento da pressão sanguínea durante a gravidez, aumentando o risco de desenvolvimento de doenças cardíacas.

Histórico de doenças auto-imunes

Doenças como artrite ou lúpus podem aumentar o risco do paciente em ter um infarto.

 

Fatores de risco modificáveis

Tabagismo

Pessoas fumantes possuem maior propensão a infartar, pelo fato do tabaco ser um forte fator de risco para mortes cardíacas de maneira súbita.

Além disso, a substância também aumenta o risco do desenvolvimento de doenças coronarianas. O mesmo vale para fumantes passivos (ou seja, não fumantes que tem contato direto com fumantes).

Colesterol alto

Conforme a taxa de colesterol aumenta em uma pessoa, seu risco de desenvolver uma doença coronariana também aumenta.

Quando outros fatores de risco estão presentes, como o tabagismo e a hipertensão, esse risco aumenta ainda mais.

Hipertensão

Uma pessoa que tenha a sua pressão mais elevada do que o normal, a carga de trabalho do coração é aumentado, o que faz com que o músculo cardíaco engrosse e se torne mais rígido.

Com esse enrijecimento, o órgão não funciona direito, podendo aumentar os riscos de AVC, infarto, insuficiência renal e insuficiência cardíaca congestiva.

Quando a pressão alta está junta de obesidade, tabagismo, colesterol alto ou diabetes, o risco de infarto e AVC aumentam ainda mais.

Sedentarismo

Pessoas que são inativas fisicamente possuem chances maiores de terem um infarto. A prática de uma atividade física ajuda no controle do colesterol alto, diabetes e obesidade, bem como auxilia a baixar a pressão arterial sanguínea de algumas pessoas.

Obesidade

Quem tem excesso de gordura em seu corpo é mais propenso a desenvolver uma doença cardíaca ou sofrer de um AVC.

A obesidade ou o sobrepeso junto de outros fatores de risco, como o colesterol alto e a hipertensão, aumenta a chance do aparecimento de diabetes do tipo 2.

Diabetes

Diabéticos possuem maiores chances de desenvolverem doenças cardiovasculares pelo menos 68% de pessoas diabéticas menores de 65 anos morrem por conta de alguma doença cardíaca.

As pessoas que possuem diabetes e estão acima do peso, precisam controlar a taxa de açúcar em seu sangue para que consequências piores não venham a incomodar.

 

Fatores de risco contribuintes

Estresse

Alguns cientistas observaram uma relação entre o estresse na vida de alguém com o risco do desenvolvimento de doença coronária. Isso se deve ao fato de que, sob muito estresse, uma pessoa pode recorrer a itens que ajudem a aliviá-lo, como comer demais, começar a fumar ou fumar mais do que o costume.

Alcoolismo

A ingestão de muito álcool pode aumentar a pressão arterial sanguínea, além de aumentar o risco de doenças e condições como cardiomiopatia, AVC e batimentos cardíacos irregulares.

Dieta

Uma dieta saudável é a chave para a prevenção de grande parte das doenças, inclusive as cardiovasculares. O que você ingere e a quantidade que você ingere pode afetar diretamente em fatores de risco modificáveis, como colesterol alto, hipertensão e excesso de peso.

Uso de drogas ilícitas

Ao usar drogas ilícitas, como a cocaína, espasmos em suas artérias coronárias podem ser mais frequentes e, consequentemente, gerar um caso de infarto.

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